Vivemos em um mundo globalizado onde a população acelera o crescimento, ocupa espaço, tendo suas necessidades.
O Estado torna-se responsável pela condução de políticas satisfatórias que atenda toda comunidade.
Para que toda população seja contemplada é necessário que projetos sejam objetivados de baixo para cima, ou seja, que ele comece pelas comunidades com estudos de caso, depois esses projetos solidifiquem pelas prefeituras, pelos órgãos governamentais até chegar ser concluído pelo o aval (feixe) federal.
Só que não basta trabalhar a teoria dos projetos, mas o Sistema dá condição para a prática das atividades.
Se tratando de projetos para classe dos desempregados, por exemplo, percebemos que muitos dos desempregados têm sua arte, sua capacidade de praticar e ensinar. Por que não começar com projetos para cooperativas comunitárias?
Apoiar as entidades comunitárias, moradores e estudantes, será o 1º passo para realização de algo novo.
Violência é outro fator incontrolável em todo país. O que está por trás? Cultura, desemprego, analfabetismo, ou seja, a falta de condições. Por que não gerenciar projetos voltados para a base comunitária, para trabalhar os agentes dentro do seu próprio eixo? Evitaria o descaso ou inchaço de super lotações em cadeias públicas e dinheiro queimado ao vento.
A melhor qualidade de vida se dá com a Educação, saúde, moradia, trabalho, segurança, respeito a liberdade e isso são direitos garantidos.
Os meios de comunicação poderiam ser repensando culturalmente o que estão depositando nos lares e isso é Sistema.
O meio ambiente também exige um olhar crítico para tal, pois a sustentabilidade da nação perpassa por ele e isso requer projeto em ação coletiva em comunidade.
Vários fatores existem tanto para construir quanto para destruir, é só repensar e praticar.
Todos nós somos responsáveis.
Maria José da Silva - Postado em 03/01/2011
Pedagoga e Pós graduando em Gestão Pública Municipal/UFAL-2010/2011
Conconcluinte do Curso em Elaboração, Gestão e Avaliação de Projetos Públicos -FGV/2010-2011
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