
Dizem que o homem nasce e vem ao mundo como um papel em branco, que aos poucos vai sendo moldado, trabalhado e refinado até que se forme um ser construtivo ou destrutivo para reinar no meio de uma sociedade.
A interação com outros seres tem uma grande expansão de formação e transformação desse ser homem-aprendiz.
Confesso que como homem, vendo por essa dialética posso dizer que
o mundo ensina de tudo um pouco, só não ensina a saída para tantos martírios que transbordam algumas vidas.
Culpam os problemas sociais, culturais, familiares e o sistema como meio de desgraça que fazem vidas vivenciadas em martírios.
Mas isso não basta. Existem outras catástrofes que deixam sequelas que nunca apagam, nem mesmo a psicologia tem resposta.
O íntimo dói, a alma responde, a angústia vem, a prisão continua...prisão no seu próprio eu.
Liberdade de alma, de consciência, de formação em meio aos confrontos não existe, porque foram destruídos pelo próprio homem no meio do caminho.
Então, às folhas em brancos foram e estão sendo moldadas erroneamente pelo próprio homem. Ninguém tem liberdade! Todos estamos presos a uma cadeia elementar do próprio ser nesse universo.
Por isso, a luta em vez de ser coletiva e homogênia, passa a ser uma guerra individual para se salvar dos martírios e ganhar liberdade.
Minha expressão de sentimento e formação conceituo aqui.
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Maria José da Silva
Efetiva da Secretaria de Est. da Educação/AL
Graduada em Pedagogia
Postado em 03/07/2010
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“Faço parte do mundo e, no entanto, ele deixa-me perplexo.” Charles Chaplin.Efetiva da Secretaria de Est. da Educação/AL
Graduada em Pedagogia
Postado em 03/07/2010
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